As Paraolimpíadas de Inverno terão início exatamente um mês após a edição deste ano dos
Jogos Olímpicos de Inverno. A partir de 12 de março, atletas de 14 nações estarão disputando
medalhas em cinco modalidades: curting sobre cadeira de rodas, hóquei sobre trenó, esqui
alpino, biatlo e cross-country.
No Brasil, por conta do seu clima tropical, nem uma das cinco modalidades é praticada.
Este ano, as Paraolimpíadas de Inverno terão 9 dias de duração. Serão usados quatro espaços
que também serão usados pelos atletas olímpicos.
Conheça as modalidades:
Curling sobre cadeira de rodas (mas sem a sua famosa vassoura)
O curling é conhecido facilmente por suas vassouradas, que alisam o gelo para as pedras de
granito escorregarem mais ou menos velocidade sobre a pista. Na versão paraolímpica, a
adaptação é simples, mas tem um diferencial básico: as vassouras são abandonadas e a ênfase
toda fica para a precisão do atleta, que usa uma haste para controlar a força e o giro de
cada lançamento. O esporte foi adaptado no fim dos anos 90.
Hóquei sobre trenó
Menos “violento” que o hóquei tradicional, no hóquei sobre trenó os jogadores ficam sentados
sobre finos trenós. Criado nos anos 60 na Suécia, o esporte tem regras parecidas com as do
hóquei, com a diferença é que o taco é usado pelos jogadores também para dar impulso nas
deslizadas pelo ringue. Nas Paraolimpíadas de Inverno, o hóquei sobre trenó começou a ser
disputado em 1994.
Cross- country, esqui alpino e baitlo
As três modalidades são próximas das tradicionais do esqui: o cross-country, as provas de
velocidade do esqui alpino e o biatlo (composto por cross-country e uma prova de tiro). São
62 medalhas em jogo. Há disputa para atletas que conseguem ficar em pé, para os que tem de
competir sentados e para os com deficiência visual. Neste último caso, há auxílio de guias,
que apenas se comunicam verbalmente (por rádio), sem contato físico com o esquiador cego.